Documentário: Esse Tal Rock ‘n’ Roll (TV Cultura)

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Artigo Científico Sobre Rock

Mediações e experiência: perspectivas de investigação sobre as dinâmicas expressivas do Rock

(Jorge Luiz Cunha Cardoso Filho)

Resumo: Situado no âmbito da pesquisa Música Popular Massiva e Sensibilidade, o artigo explora o desenvolvimento dos conceitos de mediações, de Jesús Martin-Barbero, e experiência, de John Dewey, para fins de estudo de expressões musicais do Rock. O objetivo é compreender limites e contribuições dos conceitos para a compreensão das dinâmicas expressivas de um gênero musical marcado pela relação com as tecnologias, meios e produtos da comunicação.

Palavras-chave: Mediações; Experiência; Rock; Meios; Produtos da Comunicação.

Disponível aqui.

Análise da Comunidade na Rede Social

1. ATORES

1.1 Construção identitária

Os atores constoem seus espaços de expressão via rede, representando-se pela ferramenta do perfil do Orkut. Esses atores participam da comunidade Rock ‘n’ Roll de forma a expressar sua personalidade e individualidade com o gosto em comum em relação ao rock e outros aspectos discutidos nos tópicos dessa comunidade. Assim, os perfis que participam dessa comunidade vão trocando informações gerando empatia, a partir do que eles percebem e constroem ao longo de sua interação.

1.2 Quem são

Os amantes do rock em sua maioria são os jovens, pois eles se identificam com o estilo rebelde dos cantores e bandas e também pelo ritmo mais rápido e eletrizante. E na comunidade Rock ‘n’ Roll não é diferente: a maioria dos integrantes tem idade entre 18 e 25 anos que possuem um perfil na rede social Orkut (a qual foi feita a análise). Os integrantes da comunidade encontraram uma forma de interagir com outras pessoas que gostam do mesmo gênero musical e na comunidade eles compartilham informações, ideias, eventos, divulgam e promovem as suas bandas favoritas e bandas que estão surgindo no mercado.

2. CONEXÃO

2.1 Interação reativa e mútua

Esta comunidade é caracterizada por possuir interações mútuas e reativas com frequencia similar que se deve ao grande número de jogos criados pelos participantes. Podemos observar que é uma comunidade na qual não aborda muitos assuntos fora de seu tema. Existem vários tópicos onde os participantes escolhem as bandas que gostariam que viessem ao Brasil e cada um opina sobre as mesmas, assim criando interações mútuas, onde cada integrante participa da cosntrução inventiva e cooperada da relação.

As interações reativas, que são limitadas por relações determinísticas de estímulo e resposta, estão presentes no grande número de enquetes, nas quais os participantes votam em sua banda favorita, músico favorito, entre outros e tópicos, onde os mesmos podem dar nota à banda favorita de outro integrante da comunidade.

2.2 Laços associativos e dialógicos

O Orkut, por ser uma rede social, é formado por conexões. A partir da análise feita da comunidade virtual “Rock ‘n’ Roll”, percebemos essas conexões de várias formas diferentes.

 Os laços sociais entre os atores são a base dessas conexões. Só conseguimos analisar esses aspectos através dos rastros sociais dos indivíduos no Orkut, através do fórum com postagens nos tópicos, mesmo não sendo de forma instantânea.

A interação que ocorre na comunidade de Rock no Orkut, em sua maioria, é denominada como um ato recíproco. Os atores sempre postam comentários, opiniões e informações de acordo com o que outro ator postou. Assim, tem-se os reflexos sociais. Há muitos indivíduos que não se conhecem e não se referem a outros. Porém, muitos já se conhecem pelo tempo que convivem virtualmente e dialogam entre si, tendo até um certo grau de amizade. A ferramenta de comunicação do Orkut, que é a possibilidade de digitar uma informação ou ideia com uma linguagem scripto-audiovisual, permite a interação mesmo que o ator esteja desconectado da rede. Há um intenso fluxo de informações diferentes. O fórum registra relações tanto positivas quanto negativas. Muitas vezes, os atores possuem conflitos por terem opiniões diferentes. Por outro lado, há construções significativas, onde se vê boas relações.  

De acordo com Breiger (1974), o laço social não depende somente da interação entre os atores. Os laços de associação são claramente perceptíveis na comunidade. Esse sentimento se baseia na conexão do indivíduo com a comunidade. Há um sentimento de pertencimento do grupo, ou seja, os atores fazem questão de estarem presentes na construção do espaço virtual, além de interagir e contribuir com o mesmo. Além disso, há uma ideia de coletividade que dá origem a aspectos culturais. Os atores da comunidade de Rock se veem como uma família e transportam para o espaço virtual suas crenças, suas experiências e compartilham um sentimento de identificação com o estilo musical. Portanto, vemos em muitas vezes uma união pertinente por parte deles.

A partir da ideia de associação do indivíduo com a comunidade, surge então as relações entre os próprios indivíduos através de diversos diálogos e trocas de informações. Estes são denominados como laços dialógicos. São as interações sociais mútuas através das conversas registradas no fórum da comunidade.  Essas interações ocorrem de forma intensa. Os atores são extremamente participativos. Sempre há novos tópicos com diversos assuntos e informações. Ali, cada ator vai se familiarizar com o tema e iniciar novos diálogos.

3. CAPITAL SOCIAL

3.1 Bridging

A comunidade Rock ‘n’ Roll é uma das maiores do Orkut. Tem hoje 571.820 membros. Trata-se de uma comunidade pública onde permite que seus usuários manifestem-se de forma anônima. A comunidade foi criada em 13 de fevereiro de 2004. Ela contem vários tópicos, eventos e o objetivo dela parece ser para que os membros apenas se encontrem e possam se conhecer também usando jogos, que mais atraem a interação na comunidade. Os jogos trabalham com classificação dos associados, como um medida de sua capacidade de sedução ou de arrecadar amigos/interessados. O valor agregado do grupo é o mesmo de uma festa: quanto mais pessoas, maior a possibilidade de conhecer pessoas interessantes, sendo assim, criando uma interação entre seus usuários.

3.2 Bonding

O capital social tem como objetivo entender o conteúdo partilhado das interações, ou seja, de um determinado grupo. Para estreitar esse conceito, temos o Bonding que estuda o conteúdo discutido e partilhado de um grupo de forma centrífuga, de dentro para fora, ou seja, as ideias e as opiniões em comum desse grupo que se manisfestam como se fossem princípios. No caso da comunidade escolhida, Rock ‘n’ Roll, os atores têm em comum, além dos gosto musical, a consciência da fidelidade ao mesmo, as atitutes de um verdadeiro amante de rock e etc. Eles partilham de um mesmo conteúdo, mesmo não pertencendo à mesma família e ao mesmo ciclo. Eles vivem situações similares, tornando assim a comunidade um ambiente familiar.

Resumindo a nossa conversa…

De acordo com o texto desenvolvido, conclui-se que a sociedade, desde seus primórdios até os dias de hoje, vive segundo os paradigmas, que são o modo de enxergar e entender o mundo, sendo que este pode ser apenas da pessoa ou compartilhado por um grupo. Com os avanços tecnológicos e dentro da cybercultura surge um novo paradigma, a pós-modernidade. Sendo este um novo contexto em que os indivíduos questionam sua relação com o mundo e se tornam cada vez mais críticos, impacientes, exigentes, descrentes, egoístas e consumistas.

As características da pós-modernidade podem ser resumidas em alguns pontos, como os mercados político, econômico, social, cultural e pela facilidade de se deixar levar através da imaginação das mídias eletrônicas, e diante destas facilidades a sociedade tem se deparado com um mundo virtual cheio de imagens, sons e textos em uma velocidade instantânea tornando a vida mais prática e quebrando os paradigmas tradicionais.

Nos tempos de hoje é impossível manter um formato padrão, pois tudo está em constante mutação e com isso, temos um novo tema, a liquidez. Onde a sociedade moderna se recusa a seguir determinados tipos de padrões, pois queremos algo diferente, queremos algo líquido onde se adéqua a nossa sociedade entrando nesse meio arquitetura,o espaço e até o próprio arquiteto, deixando a possibilidade de você mesmo criar seu próprio espaço virtual, do seu próprio jeito e estilo, de modo que você se sinta livre para criar algo totalmente seu.

Imagens, sons, textos já não são como eram de costume, perderam uma base estrutural, estão em constantes alterações. Fenômeno proporcionado pela cultura da mobilidade na era da pós-modernidade. Receptor passou a ter uma grande liberdade, não aceita mais limitações, se tornam agentes. Signos e simbologias se multiplicam a cada segundo, caminhando para cada vez mais transformarmos nosso redor em algo leve e maleável.

Como atores, os nós de uma rede online (ou offline), nos apoderamos da comunicação digital de forma que estamos sempre reinventando as suas características, e adequando-as ao nosso cotidiano, de um jeito em que não separamos mais a realidade virtual da mundana. As nossas relações se dão por meio da conexão, os links. As trocas de informação por meio destes definem o quão forte são os laços.

Na área publicitária, em suma, há um momento inédito perante aos novos paradigmas da comunicação. Tudo passa a ser repensado. A sociedade pós-moderna traz consigo novos valores e percepções. Os espaços onde a publicidade poder ser trabalhada ampliam-se e seus recursos se tornam extremamente estratégicos para um público que cada vez mais possui voz e capacidade para criar. A publicidade nas redes sociais aplica a interatividade em meio de toda a tecnologia para os usuários, pois são participativos. Para isso, é necessária uma análise do perfil deles para que é comunicação entre ambas as partes seja eficaz. Tudo na comunicação deve ser estratégico e o resultado é o espelho da sociedade.

Publicidade e Propaganda + Novo Paradigma

Dentro de todo o novo paradigma, o trabalho publicitário precisa ser revisto. A sociedade da pós-modernidade fez com que a área publicitária mudasse profundamente. O público-alvo precisou ser estudado em perfil e comportamento. Deve-se ter em mente que ele mudou totalmente. Hoje é individualista e se encontra numa rede social online, rodeado por tecnologia. Além disso, é mutável e possui caráter forte. Os usuários são espertos, vingativos e sabem de seus direitos. São expectadores e construtores. A inspiração das ideias publicitárias é a realidade atual vivenciada pela sociedade.

Num contexto de linguagens líquidas, o publicitário é um arquiteto líquido e o público é o agente líquido. O anúncio é editável e aberto, podendo ser estruturado de diversas formas e por diversas pessoas. Ele é multissensorial e explora várias possibilidades.
A publicidade tem o papel de romper a superestrutura, criando novas expectativas por meio de novas experiências. O anúncio publicitário possui um espaço semântico de várias significações e atualizações. Essas atualizações passam a serem feitas também pelo público e ele vai querer isso. Ou seja, o publicitário cria e idealiza caminhos para a construção da mensagem e quem escolhe todo o enquadramento do processo é o consumidor.

O foco da publicidade e propaganda em anomalias, ou seja, naquilo que desconstruiu o velho paradigma, são as tecnologias e as novas mídias. Transportando essa área comunicacional para a pós-modernidade, percebem-se grandes mudanças em muitos aspectos.
A publicidade passa a ter espaço para o tabu e a flexibilidade de imagens. Nesse novo cenário, propagandas que abordam assuntos como overdose, anorexia, o não celibato e a homossexualidade garantem o seu espaço na mídia. Ela passa a se preocupar com a questão ambiental e com os direitos humanos. O consumidor passa a ser reconhecido como uma pessoa bem informada e atenta com as relações de consumo. Ele não possui tanto tempo e só possui atenção apreendida para uma informação sucinta.

Passou-se a ter uma preocupação em dar uma significação única para o produto com uma linguagem exclusiva. Desse modo, o consumidor expressa a sua individualidade. As tecnologias influenciaram diretamente o comportamento do homem. O individualismo tomou conta da vivência humana. As pessoas passaram a ter facilidades em se comunicar, realizar tarefas de um modo rápido, com apenas um computador. Com isso, o publicitário começou a envolver e pensar em novos meios de se chegar ao público, customizando a informação. Assim, as pessoas se identificam.

Por outro lado, há a questão do surgimento dos nichos na internet. Os usuários da rede começam a se identificarem uns com os outros. O público-alvo passa a ser membros de tribos no intuito de serem reconhecidos. As tribos são particularistas e especificadas. Isso traz certa exigência para o profissional da publicidade. Este precisa conhecer bem o perfil do seu público e o espaço que ele usa na internet para conseguir se comunicar com ele.

Nesse novo tempo de novos pensamentos e relações, tudo o que é não padrão passa a ter cena. Ele é ofertado e a procura dele cresce. Há novas ligações semânticas, culturais e ideológicas. A publicidade incorpora novos padrões, como o do cinema. O código comunicacional é aberto, incorporando figuras de linguagens em seus recursos persuasivos. Além disso, os discursos são alternativos. Outra característica no qual o publicitário precisa estar atento é o modo mobile. A extensão do computador, num visão nômade, ganha novos adeptos a cada instante. A produção de conteúdo deve ser compatível para telas menores e o publicitário precisa adaptar-se a essa nova realidade. As peças precisam ser estratégicas ao conteúdo.

Na parte de criação da publicidade, os valores e conceitos antigos estão na lista dos criadores. Linguagens, técnicas e layout antigos voltaram a ser usados. Peças atraentes de modo visual e físico são grandes apostas de persuasão. Há, portanto, a exaltação do que é bonito, dando relevância à aparência e estética. A questão sensorial também é presente. A publicidade incorpora a arte em suas peças, tendo ela como base de inspiração.

Com todas essas novas visões na publicidade, tudo aquilo que seria funcional, ou seja, o produto ou serviço, passa a ser status para o consumidor. A ideia que se tem a respeito da compra é que não se compra o objeto, mas sim o valor e a identidade. Isso recai nas técnicas de persuasão e como é feita a abordagem na peça publicitária.
Todas essas características tornaram-se na publicidade a peça linguística fundamental no processo da área.

Publicidade e Propaganda + Redes Sociais

O território para a publicidade digital se expande de forma ininterrupta. A construção dos discursos publicitários no espaço de redes sociais virtuais é visível no aspecto da transformação do real para o simbólico, levando inúmeros significados em um dado contexto. Os discursos são espelhos do contexto social e cultural da sociedade. A presença da publicidade nas redes sociais precisa ser diferenciada daquela que está inserida nas mídias tradicionais. Nas mídias externas, na televisão e nas revistas, o público possui raras possibilidades de interações. Isso muda quando se aplica a publicidade no espaço digital. O modo como se chega ao público-alvo precisa ser repensado, pois agora ele possui em mãos ferramentas tecnológicas. Os processos dinâmicos nas redes são competitivos, inseridos numa situação de agregação ou divergência. As redes sociais propõem para a publicidade e propaganda espaços e ferramentas excelentes para o seu exercício. A ênfase é dada na interatividade para o público-alvo, estimulando-o a se interessar pela proposta. Há, então, uma aproximação entre ele e o comunicador. A linguagem e a persuasão são trabalhadas juntas com novos parâmetros. A publicidade molda seus recursos persuasivos, criativos e textuais. As ferramentas disponíveis exploram bem o conceito do objeto a ser anunciado na mídia, podendo o publicitário optar por diversos caminhos. A adaptação, que essa área comunicacional precisa realizar, requer que se crie novas estratégias de direcionamento e criação. O público-alvo mudou: está mais participativo e crítico. Com as ferramentas tecnológicas, ele é capaz de produzir conteúdo, expondo suas ideias, além de reagir a tudo o que vê pela internet. Quando o público não se identifica com a proposta publicitária, ele divulga as suas opiniões e compartilha as mensagens num aspecto viral na rede social. Ou seja, a publicidade gera discussão entre os usuários.

 

Nas redes sociais da internet, as pessoas são agrupadas de acordo com as identidades semelhantes. Assim, o poder da publicidade só terá efeito positivo se as suas propostas forem estrategicamente direcionadas para esses grupos, sendo extremamente objetivas com entendimento fácil e rápido, além de uma criatividade inovadora. Um usuário da rede passa a sua opinião sobre determinado produto, serviço ou anúncio para outros usuários e estes confiam estreitamente no seu contato virtual. Desse modo, temos a propaganda boca a boca. Hoje, o consumidor confia mais na experiência de outros consumidores com o produto ou serviço do que na propaganda em si. Eles recorrem a buscas de informações na internet e a fóruns de opiniões e experiências. O ceticismo em relação à mensagem publicitária aumentou muito. Perante esses fatos, a publicidade se viu na necessidade de se mudar para atrair as pessoas para o seu conceito.

O publicitário precisa conhecer bem o seu público-alvo. Ele precisa saber como é o perfil dos usuários, a linguagem que é adotada e os comportamentos, bem como as interações entre eles. Para isso, é necessário ter proximidade e contato, através de pesquisas e análises. Mas, é necessário tomar cuidado para não invadir essas interações. O profissional deve aproveitar o espaço na rede, mas de forma consciente. As publicidades que surgem para um usuário são direcionadas de acordo com as informações encontradas em seu perfil numa rede social. Além disso, a publicidade precisa ser coerente com a realidade do produto ou serviço. O apelo precisa ser realizável. Ao contrário, as críticas direcionadas ao publicitário e ao anunciante tomam espaço na mídia. Contudo, ela precisa ser inteligente ao ponto de se refletir com base nessas críticas, podendo se reinventar. As redes sociais passaram a ser extremamente importantes na construção da marca, mudando a relação entre o consumidor e a marca. Nelas, a publicidade, consciente do novo público, estimula a participação dos usuários, amplificando as vozes. Ou seja, há uma quebra da hierarquização que existia antes no modelo comunicacional. Com isso, a marca pode ganhar resultados positivos. A publicidade inovadora nas redes sociais traz experiências exclusivas, numa construção conjunta que são os anúncios 2.0 de uma forma bem interessante. Ela não pode ignorar a participação e a capacidade do usuário digital. O usuário tem um comportamento livre e cria certa autonomia. Peças criadas pelos próprios consumidores são vistas pelos publicitários como uma forma bem estratégica para atingir o público. Surge a todo o instante novas formas de participação e a inteligência coletiva se fortalece. A questão do mistério também atrai, anunciando o objeto em etapas, pois cria certa expectativa. Outra estratégia é a honestidade, mostrando transparência nos fatos. Assim, a publicidade cria uma resistência.

Analisando as interações da rede, o maven é um usuário essencial para a divulgação de informações de forma pertinente, possuindo estratégias fortes. Ele é o mais expressivo e possui inúmeros laços de interações, sendo conhecido também como líder de opinião. Os demais usuários possuem grande confiança em tudo o que os mavens falam. A voz do maven é estratégico para a publicidade. Assim, ela possui grandes chances de ganhar mais adeptos e o seu objetivo é solidificado.